
Tom Ford deu uma entrevista gigante para a revista Advocate, e aproveitou para falar não só do A Single Man, seu primeiro e super elogiado filme, mas também de momentos espinhosos da sua carreira.
Sobre sua passagem pela YSL, ele fala, sem medo, que Yves Saint Laurent e Pierre Bergé “foram tão difíceis e maldosos, fizeram minha vida virar uma desgraça”, comentando não só as críticas (pra quem não lembra, Yves Saint Laurent chegou a dizer que o talento do Tom Ford era no marketing, não na moda) que recebeu, mas também a dificuldade que teve para se adaptar na maison. Ainda assim, ele admite que suas coleções para a YSL foram as melhores da sua carreira.
Sobre o filme (a estreia nos Estados Unidos é prevista para o dia 11 de dezembro, vamos ter de esperar, pelo visto), achei interessante ele dizer que não se vê como um homem gay. Ele diz que a sexualidade dele é um fato, mas não é nada tão relevante na hora de definir a sua personalidade. O tema do filme é assumidamente gay, mas diz o Tom Ford que resolveu fazê-lo pela história em si, e não pela temática gay.










