
Acabei de ler que “agora é pra valer”, a Editora Globo é a nova responsável pela publicação da Vogue no Brasil.
Os boatos de que a família de revistas da Condé Nast (Vogue, RG Vogue, Vogue Noivas, blá, blá, blá) deixariam de ser responsabilidade da Carta Editorial já rolavam faz teeeeempo, na verdade, desde o ano passado falavam que as editoras Abril e Globo estavam brigando pelos títulos.
Muitos bafafás rolaram. Ouvi de tudo um pouco, que os fodões da Condé Nast não estavam satisfeitos com o “jeitinho” da revista no Brasil, que por aqui a Vogue só dava prejuízo, que o clima da redação estava cada vez mais tenso devido à cortes e à falta de reposição de materiais, que a Abril queria a Vogue – mas só a Vogue e não as agregadas – e até que esse papo da negociação dos títulos não tinha nenhuma credibilidade.
Mas nada disso importa. O que eu quero mesmo saber é… Alguém aí viu algum “pronunciamento oficial”? Será que agora é verdade? Será que teremos uma Vogue melhor? Será? Será?
Mistééééérioooo!
ATUALIZAÇÃO por João Bertholini – 24-07-2010 20h03
Sim, é verdade! A Editora Globo passa a coordenar a Vogue, e isso deve acontecer nos próximos meses. A mudança é lenta, mas vai acontecer em breve mesmo. Mas ainda não se sabe quais títulos vão junto com a revista principal, ou seja, RG Vogue, Casa Vogue, Homem Vogue, etc. Saíram boatos de que a Editora Globo vai descontinuar a Criativa para dar espaço à Glamour, título também da Condé Nast. Isso ainda não tem confirmação, mas provavelmente pode acontecer uma fusão entre os dois projetos, ou a Criativa virar a Glamour mesmo, se adaptar ao formato da revista americana. Pode ser, também, que a Vogue Homem se torne GQ, outro título de revista masculino da Condé Nast, super conhecido lá fora, e que pode mesmo emplacar aqui no Brasil.
Com certeza, muita coisa vai mudar na Vogue, já que não só a editora muda, como também sua equipe. Alguns ficam e outros novos aparecem na equipe, como acontece com toda revista. O jeito é esperar pra ver o que acontece no resultado que chega nas nossas mãos. Porque, no final das contas, é isso o que importa, né?



