
Não dizem por aí que o bom jornalismo é aquele que tem compromisso com a verdade? Pois bem, se partirmos desse pressuposto a revista espanhola Cuore faz um jornalismo de primeiríssima qualidade, afinal, a publicação que surgiu em 2006 traz semanalmente aos seus leitores a verdade nua e crua sobre as celebridades.
Mas ó… não pensem que a revista é uma espécie de Caras, não. Muito pelo contrário! Pois enquanto a Ilha de Caras bomba com meia dúzia de globais e uma centena de profissionais para serví-los com Champagne, paparicá-los com jabás e ajudá-los na árdua tarefa de relaxar, a Cuore se esforça para mostrar a vida como ela é. Ou seja, se nossa publicação nacional faz de tudo e mais um pouco para nos convencer que as celebs já acordam lindas, a espanhola busca exatamente o oposto e estampa em suas páginas olheiras famosas.
Sucesso instantâneo, a Cuore surgiu para mostrar que, famosos ou não, somos todos falíveis e “imperfeitos”. Portanto, seus editores não se incomodam em mostrar os momentos mais indiscretos das “estrelas” e dizem que a revista serve para aumentar a auto-estima dos leitores.

Duvido muito que isso seja verdade e que amor ao próximo seja o sentimento que prevaleça na redação, né? Mas o fato é que a Cuore veio atender a um nicho de mercado que talvez só a ciência explique porque exista, mas que todos nós sabemos que é imenso: os que se divertem com a desgraça alheia.
Peitos caídos, bundas celulitosas, barrigadas flácidas, gorduras pulando, dentes amarelos, cabelos sebosos e virilhas mal depiladas são assuntos frequentes, assim como os escorregões, bebedeiras e barracos das celebridades. Tudo isso, na mais pura cara de pau, sem um carimbinho sequer de Photoshop e com um selinho – que pode ser baixado no site – indicando a repugnância pela foto.
O volume de “notícias” é tanto, que periodicamente a Cuore lança uma edição “Especial Aarg“. Nela são listadas as piores bundas do ano, os donos das maiores pizzas (essas mesmas, as do suvaco) e as celebridades que se vestiram pior. Um verdadeiro show de horrores.

Tamanha sinceridade fez com que a Cuore passasse a ser odiada por uns poucos – a revista só foi processada 5 vezes – e amada por muitos outros. Atualmente ela é a terceira revista de celebridades mais vendida da Espanha, com tiragem de 350 mil exemplares semanais.
Agora pense e responda, o que faria Carolina Dieckmann se a Cuore tivesse uma versão tupiniquim?











A versão nacional se chama Katylene. E Chequelina é figura conshtantchy. Hahahaha.
Pior que super podiam fazer uma versão nacional com comentários da Katylene. Seria inacrê. Eu super assinava.
Pq vc não abre esse empreendimento, Pê? Ó que beleza
Cuore, a revista 100% livre de Photoshop http://bit.ly/dfMJTa #EUQUERO
porque que desxaram de mandar a revista cuore para os açores
sera que ja fexaram